Com baixa adesão, Saúde de Três Lagoas alerta pais sobre a importância da vacina contra a paralisia infantil

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), juntamente com a Diretoria de Saúde Coletiva e a Diretoria Vigilância Epidemiológica, vem sensibilizar a população e, principalmente, aos pais e responsáveis que têm crianças menores de 1 ano de idade, para vacinação contra a poliomielite, pois Três Lagoas está com baixa cobertura vacinal. A doença não tem cura e pode deixar sequelas permanentes, sendo que a única forma de proteção é a vacina.

A secretária da pasta, Elaine Fúrio, alerta que mesmo com a pandemia de Covid-19, os pais devem levar suas crianças até a Unidade de Saúde mais próxima de sua residência e garantam sua imunização conforme esquema preconizado pelo Ministério da Saúde.

“Precisamos realizar esforços para atingir os indicadores estabelecidos pelo Ministério da Saúde e manter o país livre da doença. A vacinação de bebês e crianças é um ato de amor e de responsabilidade, e precisamos que os pais façam a sua parte. Mantenha o cartão de vacinação dele sempre em dia”, enfatizou Elaine.

COBERTURA VACINAL

Desde o terceiro quadrimestre de 2019 a Cidade vem registrando uma redução na cobertura vacinal contra a pólio. No entanto, 2021, conforme a Diretoria de Saúde Coletiva, esse percentual ainda não superou 45%. Sabendo que, a imunização coletiva só é eficaz com 95% do público vacinado, o município corre risco de infecção com o vírus da pólio.

Hoje, o Brasil está livre da circulação do vírus da poliomielite (poliovírus), e foi certificado disso pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em 1994. Porém, em alguns países como Afeganistão, Paquistão e Nigeria, ainda circula o vírus da doença, conhecida também como paralisia infantil. Isso está associado às baixas coberturas vacinais, e coloca todos os outros países, inclusive o Brasil, em risco de reintrodução da pólio.

QUEM DEVE SE VACINAR CONTRA A PÓLIO?

O calendário de vacinação do SUS preconiza três doses da vacina injetável da VIP (Vacina Inativada de Poliomielite), com administração nas crianças de 2, 4 e 6 meses de idade e reforço com duas doses da VOP (Vacina Oral de Poliomielite), aos 15 meses e 4 anos. É considerado protegido, o indivíduo, maior de 5 anos, que tenham pelo menos 5 doses da vacina contra a doença.

O QUE É A PÓLIO?

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença altamente infecciosa causada pelo poliovírus que invade o sistema nervoso e pode causar paralisia.

O vírus é transmitido por contato direto pessoa a pessoa, principalmente através da via fecal-oral ou, menos frequentemente, por um veículo comum (por exemplo, água ou alimentos contaminados) e multiplica-se no intestino. Também por via oral-oral, por meio de gotículas de secreções da orofaringe (ao falar, tossir ou espirrar).

Os sintomas iniciais são: febre, dor de cabeça, mal-estar, espasmos, vômito, dor de garganta, diarreia. Nas formas mais graves instala-se a flacidez muscular, que afeta, um dos membros inferiores.

VACINAÇÃO PENTAVALENTE

A SMS reforça, também, a necessidade da atualização da vacinação da Pentavalente (vacina DTP), que é ministrada com 2, 4 e 6 meses de idade, e reforço com 15 meses e aos 4 anos.

Esse imunizante garante proteção contra 5 doenças: difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e a bactéria Haemophilus Influenza tipo B (responsável por infecções no nariz e garganta).

(*) Assessoria de comunicação

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