Fábrica de celulose é anunciada em MS e deve gerar cerca de 10 mil empregos

Terreno onde será construída nova unidade da fábrica de celulose de eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS) — Foto: Suzano/Divulgação

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A Suzano anunciou, nesta quarta-feira (12), a criação de mais uma fábrica de celulose de eucalipto em Mato Grosso do Sul, no município de Ribas do Rio Pardo, a 97 quilômetros de Campo Grande. O empreendimento terá investimento de cerca de R$ 14 bilhões e é denominado “Projeto Cerrado”.

Segundo a Suzano, a capacidade de produção será de 2 milhões e 300 mil toneladas por ano, o que consolidará o estado como maior exportador e também produtor de celulose do país. As obras começam já nesta semana e devem ser finalizadas até 2024. Neste período, devem ser gerados cerca de 10 mil empregos diretos no pico da obra, além de milhares de empregos indiretos em toda a região.

O nome do projeto foi colocado em referência à sua localização geográfica em Mato Grosso do Sul, e amplia em aproximadamente 20% a atual capacidade de produção de celulose da Suzano, de 10,9 milhões de toneladas.

A estimativa da empresa é de que a fábrica entre em operação no primeiro trimestre de 2024. Segundo a companhia, o Projeto Cerrado representa um “importante avanço na estratégia de longo prazo, contribuindo para a ampliação de sua competitividade estrutural, o atendimento à demanda crescente de celulose de fibra curta e a evolução da Suzano em sustentabilidade – em especial ao que se refere a clima e resíduos, proporcionando um importante aumento de captura de carbono advindo da nova base florestal”.

“Nosso programa de incentivos fiscais tem gerado milhares de empregos e atraído mais indústrias, mantendo o ritmo do crescimento econômico uniforme em todo o Estado. O anúncio da Suzano de construção da fábrica em Ribas do Rio Pardo demonstra que estamos no caminho certo, transformando Mato Grosso do Sul em um Estado de oportunidades para todos, com sustentabilidade e qualidade de vida para nossa população”, afirma o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja.

A empresa ainda apontou que a nova fábrica deverá ter capacidade excedente de geração de energia renovável, sendo também considerada na indústria como livre de combustível fóssil. Quando concluída, a unidade deve empregar 3 mil pessoas entre colaboradores próprios e terceiros, além de movimentar toda a cadeia econômica regional.

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